21 de dez de 2015

Carta de desculpas ao delegado Waldir

Caro  deputado delegado Waldir.

Soube, por amigos da ADEPOL, que V. Excia. pretende responsabilizar-me, civil e criminalmente, por publicação ofensiva à sua honra, no episódio Vaccari.

Adianto ao senhor que, em nenhum momento do meu texto sobre tal passagem, houve o propósito de ofendê-lo. Se o ofendi em minhas colocações, publicamente, eu lhe peço desculpas. Longe de desrespeitá-lo, cuidei apenas de registrar a minha discordância em relação à forma com que participou da oitiva de João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, durante CPI. Entendi ter havido excesso de sua parte. Questão de ponto de vista e lamento se a análise que fiz o tenha ofendido. Não foi a intenção. 

A minha discordância foi pontual e jamais houve de minha parte o objetivo de ofendê-lo. O senhor não é um deputado qualquer e, sim, uma autoridade policial eleita para o Parlamento com quase 300 mil votos – o deputado federal mais bem votado da história de Goiás. 

Sei da sua luta, conheço a sua história. O senhor se fez, primeiro, profissionalmente, como delegado e, agora, se consolida como patrimônio político construído pelo voto, pela vontade de significativa parcela da população - e aval mais lídimo que esse não há.  

As críticas que fiz, se o Senhor as tem por ofensa, eu lamento - não foi o meu propósito - e as retiro, reiterando aqui, mais uma vez, o meu sincero e cabal pedido de desculpas, pois, reafirmo, jamais houve tal animus.

Atenciosamente,


Luiz Carlos Bordoni

27 de mar de 2014

Glória não é Glorinha


Glória Brito Miranda Ribeiro. Esta Glória aí não é a Glorinha, secretária particular do governador Perillo. São xarás, são parentes, são do Tocantins. E só. Glorinha, muito discreta, não tem fotos na mídia. É muito na dela. A ela peço desculpas, pois a quase homonímia me levou a erro, pelo qual me penitencio e renovo, como renovarei sempre, as minhas escusas    

Parecia que os homonímicos preponderavam no Palácio das Esmeraldas, o que permitiu à minha "fonte" armar duas situações difíceis para mim.  Me fez errar em relação à Glória e, também, no caso das "duas Elianes", quando se tratava da mesma Eliane Gonçalves Pinheiro, amiga de Cachoeira. Era a que tinha o famoso radinho e assessorava o governador. Foi chamada a depor na CPMI, mas optou pelo silêncio. 

Esta é a Eliane que assessorava Marconi


Pois bem. Esta Eliane aí da foto, ao lado do advogado dela, o Luiz  (grande profissional) - especula-se que será candidata a deputado -  tem a ver, sim, com a sorridente Eliane Pinheiro (foto abaixo), que mostrei como sendo outra, mas que, na verdade, se tratava da mesma. 


Eliane II é a mesma Eliane I
Já a Glória Brito Miranda Ribeiro é homônima da Glorinha, secretária particular do governador Marconi Perillo.  A diferença é que esta tem a mais no nome o Edwiges, que ela não usa e nem gosta. São parentes, também aparentadas de Marcelo Miranda, ex-governador do Tocantins.


Fica esclarecida a pergunta que fiz ao governador. O dinheiro da outra Glória é problema da outra Glória. Mui humildemente, me penitencio, pedindo milhões de escusas à Glorinha pelo dissabor da confusão.