24/05/2013

Rodrigues "esconde" o Rei tagarela. Ataque a Lula foi "gol contra"!

Rui Rodrigues, publicitário competentíssimo


De graça, jamais. É a segunda maior agência do país no campo da comunicação e planejamento estratégico. Não localizei licitação, nem editais no Diário Oficial de Goiás. Apenas informo que a agência Francisco Soares Brandão, a FSB Comunicação e Planejamento Estratégico já é o suporte com que Rui Rodrigues conta para tentar reconstruir a imagem do seu cliente VIP: o governador Marcondes Perillus.

Explico o epíteto supra: Desde que, via liminar, o tal feitor obteve na justiça a proibição do uso de seu nome pela jornalista Lênia Soares em seus artigos, em solidariedade a ela cumpro a mesma ordem judicial. Assim, chamo do que quiser o desastrado ocupante do Poder Executivo em Goiás.


Um Pitanguy moral


Rui sabe que não será fácil. O candidato não ajuda, a sua arrogância e o seu acentuado personalismo atrapalham. Ou se submete à disciplina ou se submete à disciplina. O menino humilde de 1998 se transformou num pedante megalomaníaco


No começo do governo houve a tentativa de se ajustar um contrato AGECOM/FSB. Ela tivera importante participação na campanha. O edital publicado revelava fábulas a serem pagas –  ver tabela – , números revelados com exclusividade pela competente Fabiana Pulcineli. Resultado: o negócio fez água.  

Sem revelar nada, o novo presidente da AGECOM, Igor Montenegro parece ter ajustado o serviço com a empresa de Brandão. Eles têm pesquisas e sabem que a coisa para o chefe será muito mais difícil agora. O otimismo desfilado ultimamente é tática.

Sabem mais: que foi brutalmente negativo o efeito das ofensas que o imprudente e irresponsável senhor dirigiu ao ex-presidente Lula. Tanto que até o blog trash deixou de contar vantagem.

Uma coisa que Rui estaria preocupado e disso ele não iria abrir mão: distância de núcleos irradiadores de diatribes. Vade retro.
A exigir tanta assepsia, corre sério risco de restar sozinho. Sem candidato, inclusive,

O “efeito canalha”

Marconi viajou a mando dele. E Rui o mandou porque o Rei falou demais. O “Lula canalha” causou um tremendo estrago. Tirá-lo do epicentro foi saída estratégica. O governador voltará da viagem diretamente para os governos itinerantes, tentando dar um novo start na reconstrução da sua imagem.

O detalhe é que há muita insubordinação dentro do governo. Muitos se sentem mais poderosos do que o “dono” e vivem a incendiar bastidores. O “Caso Vecci” é o mais recente exemplo. Bastou o “cacique” viajar para que a banda canalha da Corte fosse incomodar um dos raros remanescentes do autêntico projeto do “Tempo Novo”.

Parece que o Kremlin se fez de vez paraíso dos rufiões, o Olimpo dos proxenetas da democracia, o lupanar das meretrizes ideológicas. Nada mais é autêntico ali.  


Quem é Rui Rodrigues

Graduado em Engenharia e pós-graduado em Economia, Rui Rodrigues, o novo responsável pelo marketing marconista, se dedica há mais de 25 anos ao setor de comunicação. Nascido em São Paulo, em 1951, ele tem em seu currículo algumas das mais relevantes campanhas eleitorais, políticas e institucionais do país.

Em 1992, participou juntamente com Geraldo Walter da organização da disputa presidencial da Angola, onde morou por 18 meses. Já em 1994 e 1998, esteve à frente das campanhas de Fernando Henrique Cardoso à Presidência. Assim como fez com José Serra em 2002. Rui também trabalhou com Jorge Bittar, Lídice da Mata, Albano Franco, João Alves, José Agripino Maia, Antônio Britto, Tasso Jereissati e Roseana Sarney, entre outros.

Em Minas Gerais, participou ao lado de Paulo Vasconcelos, seu sócio na Vitória CI, das duas campanhas de Aécio Neves ao governo do Estado. No ano passado, ambos coordenaram a campanha de Antônio Anastasia.

Na área institucional, seus trabalhos incluem marcos como as campanhas de divulgação da privatização das telecomunicações e também da fusão Brahma – Antarctica, em 2000, quando nasceu a Ambev.  

Recentemente, Rui foi encarregado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de coordenar os trabalhos de apresentação da vitoriosa candidatura brasileira para sediar a Copa do Mundo de 2014. Na verdade, Rui disputava, ao mesmo tempo, uma verdadeira Copa do Mundo, pois nas mãos dele estavam as campanhas de expansão de empresas campeãs, como a Vale, Copasa, Light, Grupo Ultra e Unipar, Quattor, CCR e Ambev.

Ao lado de Nizan desde 1994, incluindo Guga Valente e  Bia Aydar no grupo, gestou-se a MPM Propaganda, mais tarde fundida com a Loducca, do Celso, para se tornar um dos mais bem sucedidos cases empresariais da propaganda no Brasil.


Este é Rui Rodrigues, um grande profissional. Mas não é Deus e nem faz milagres.



Corporativismo barato na guerra de delegados a promotores


Li os comentários postados a respeito da PEC 37. Mantenho o meu ponto de vista. O que lemos ali são discursos corporativistas. E é farsesco o argumento usado como lema:

PEC 37 - GARANTE A LEGALIDADE. GARANTE A LIBERDADE. GARANTE O DEVIDO PROCESSO LEGAL.

Onde os tais foram buscar os “gênios” que lucubraram conceitos qualitativos tão disparatados como esses? :

* A polícia investiga de forma imparcial.

* O Delegado de Polícia não tem interesse na condenação, mas na apuração da verdade, de forma isenta.

* O promotor é parte no processo penal, da mesma forma que a outra parte é o réu, representado por seu advogado.

E aí o texto descreve as partes do processo. Aponta o MP como autor, o réu com o seu advogado ou defensor e o juiz entre ambos. E questiona:

Como que uma PARTE pode investigar alguém? Fere a isonomia! Acorda, pessoal! PEC 37 é a PEC DA LEGALIDADE!

Tal como os políticos, os ilustres presidentes de corporações  também se dão à prática da mentira. Delegado mentiroso é algo inaceitável. Compromete a credibilidade da classe.

“A polícia investiga de forma imparcial”. Mentira. O “Caso Valério Luiz”, com os últimos episódios registrados (inclusive com manipulação de depoimentos) evidenciam justamente o contrario.

“O delegado não tem interesse na condenação, mas na apuração da verdade, de forma isenta”.

Merece cadeia o autor dessa frase. Constatada a ocorrência do delito, o “dotô delegado” tem interesse, sim, na condenação. Investigação existe para isso: apurar responsabilidades.

Eles mentem e nem ruborizados ficam: “apuração de forma isenta”. Give me a break!

Inquérito e processo

Amigos: delegado não lida com processo, lida com inquérito, onde inexiste o contraditório. Nenhum intimado a obrigado a dizer qualquer coisa ao delegado. E se o disser, só se na presença de um advogado.

Concluso o inquérito e remetido este ao Ministério Público, cabe ao promotor, como custo legis, ou seja, fiscal da lei. Com base no que o delegado apurou, ele analisará se cabe ou não o início do procedimento processual.

O promotor vai ouvir quem o delegado ouviu, ouvir quem não quis falar na delegacia, enfim, vai coletar todos os dados pertinentes ao fato delituoso, só requerendo ao juiz o indiciamento se realmente for constatada a existências de dolo ou culpa.

Assim, não é verdade que a função precípua do promotor é acusar, mas, à luz dos fatos e provas decidir pela persecução ou não.

Eu mesmo, em um processo na Justiça Federal, onde um magistrado julgou uma ação prescrita contra mim, o representante do Ministério Público pediu a anulação imediata dos feitos.

Como jornalista,  cobrindo a área nos primórdios do Goiânia Urgente, cansei de ver inquéritos serem devolvidos por promotores a delegados para melhor apuração dos fatos.

Quem garante o devido processo legal não é PEC 37 coisa alguma. O nosso ordenamento jurídico, já a partir da Constituição, assegura o due process of law – o devido processo legal, com o direito ao contraditório e à ampla defesa.

A OAB é a favor da PEC porque não quer dificuldades processuais. Claro que os grandes juristas, também. Ela vive a denunciar que há milhares de processos encalacrados nos MPs porque o pessoal não dá conta e, investigando, então, é que as coisas não andariam.

Caras de pau. Tudo o que está encalacrado, sem provimento, resulta de inquéritos mal feitos. A maioria.

Alertando para o perigo

No caso do assassinato do radialista Valério Luiz, está bem claro que a coisa só pode andar na mão do MP. Aproveito e alerto a todos para o fato de que, com as mudança de declarações por parte do açougueiro pistoleiro, mais urgente do que pedir a preventiva do mandante é a providência de proteção ao matador.
Sem ele, o tubarão escapa.


Ainda que estejamos no século 21, até ontem um contraventor comandava o comando das polícias, sem que nenhum dos implicados tenha sido punido.

Alô, Perillo. Cachoeira chamando. Câmbio.

Ele viajou para respirar os ares da Suíça. Ares da Europa. Ele se pretende cosmopolita, vontade efêmera. Jamais conseguirá ser do mundo quem se faz escravo da ambição de ser Senhor e Deus de um pequeno domínio feudal.

Foi "suiçar" certo de que as dificuldades foram todas superadas, que os males decorrentes do "efeito cachoeira" foram removidos ad aeternum, estando apto para uma nova consagração eleitoral.

Terá mesmo o goiano esquecido tudo o que aconteceu envolvendo aquele em quem acreditava como líder e como exemplo de honra e dignidade?

Se o tal senhor acha que sim  que comece a tirar o cavalinho da chuva. Goiás não esqueceu.


O Rei em ditatour, a jogada do Bittencourt e a farsa do delegado que tirou Sampaio da cadeia

Blábláblá, blublublu. Você vai tomar café. Expresso. Café nos Estados Unidos em nada difere da tinta de sapatos. Na cor e, presumindo, no gosto.

Nova Iorque, onde vivi bons momentos e cenário do meu livro “O Totem dos Desvalidos”. A cidade é outra. Após aquele 11 de setembro, sangue e não mais cimento passou a correr nas veias dos seus cidadãos.

Cá estou. Saí dos exames. Papeis nas mãos imóveis. Tomadas pelo Parkinson, viraram espectadoras. Devem estar espantadas ao se verem substituídas por um software, onde eu dito o texto e o computador o escreve, prescindindo do digitador. Sunday, take me back to Goiás.


Waisenhausstrasse





Soube que, aí, enquanto o governador faz o que mais sabe – viajar –, a máquina está sendo ajustada dentro de uma programação de comunicação estratégica, visando eleger o ˜homem” (?) ano que vem.

Pena o tal governante viajante não ter ido pelas bandas da Europa semana passada, quando eu estava por lá. Seria a chance de investigar as suas andanças pela Suíça, único lugar do mundo onde ele se sentiria como se estivesse em Palmeiras de Goiás ou no seu recanto encantado de Pirenópolis.

A cada vez que ele aparece pela Waisenhausstrasse, em Zurique, eu me recordo de que o acusaram de ter conta secreta numa dessas casas de esconder dinheiro existentes naquele cantão.

Gostaria, mesmo, de vê-lo em trottoir por Paris, onde – dizem – seria dono de um apartamento. Já passei as coordenadas para um amigo do France Soir. Vai ficar  de pince-nez na história.


O custo mentira


Comunicação estratégica. Novo processo contra mim pode vir aí, mas tenho que cobrar: esse treinamento para remover a lama da imagem do chefe é pago do bolso dele ou com dinheiro da AGECOM? Se com dinheiro público, é caso de cadeia. Pra todo mundo.

A propósito, fica o presidente da “AGECÔMICA”  com o prazo de sete dias para informar quais os blogues que recebem verbas da comunicação e seus respectivos valores. Ah, e quanto custou com qual verdadeiro fim se realizou essa tal comunicação estratégica.

Falando em blog, o trash a serviço do ditador tenta desviar as coisas, encher a bola murcha do governo e do novo presidente da AGECOM. Na base da hipocrisia, claro.


Bunker tucano


É verdade que Rui Rodrigues não está só no lufa-lufa, como é mentira que existam mais seis de fora na histórias. Esse “Éramos seis” está mui manjado. José Luiz Bittencourt Filho saiu do cargo, mas não do governo. Ele, mais os irmãos e amigos fecham o grupo que respalda a estratégia traçada por Rui.

Quem está pagando esse pessoal: o dinheiro do contribuinte, o PSDB  ou o Sr. Pirilampo? Ou o irresponsável vai pagar o pessoal com dinheiro sujo, tal como fez comigo?

A pergunta é pertinente, principalmente quando os corvos crocitam que essa ajambrada na comunicação seria apenas o começo da arrancada do projeto da reeleição do Stalin da Macambira.

 

DROPS



Dilma não serve para ser a número 2 do mundo, mas como exemplo de utilizar comunicação estratégica, como o nosso Billy Calote, ela serve.



Araponga 
fotografa 
líder de 
blogueiros 
anônimos e 
publica na 
internet.



Os filhos do governador estudam em escolas públicas goianas?

Os filhos do secretário de Educação estudam na rede estadual comandada por ele?

Em quais escolas públicas estudam os filhos e netos dos nossos deputados e senadores?

Quando uma pessoa famosa divulga um governo com realizações fictícias, essa pessoa acaba fortalecendo o marketing contrário. “Viu só? Como pode a Glorinha gravar aquela mentirada toda? Deve ter levado um bom cachê”.

Quando a pessoa que o faz não é famosa, a reação é quase nula. “O que é que aquele idiota está falando ali?”.  

CASO VALÉRIO

Fosse pobre o mandante, estaria na cadeia. Como é rico, tem bons advogados, goza de amizades na Corte, está solto.

Não importa quem seja, mas, se a cada momento que os bandidos que fizeram o serviço mudarem seus depoimentos e o mandante é solto, melhor sair de campo e deixar nas mãos de Deus. A insegurança jurídica é absoluta.

Agora, quando há a suspeita de que o delegado Manoel Borges foi afastado do cargo por "fabricar" depoimento, urge que se devolva à cadeia o mandante, pois houve o uso da fraude para influenciar na instrução criminal. 

Eis por que defendo que não se tire dos promotores o poder de investigação. Há policiais sérios e honrados, mas, infelizmente, a corrupção permeia o universo policial em Goiás e lá fora. A conduta do delegado enseja que se decrete nova prisão do mandante imediatamente. 

Às vezes, a vontade é a de usar o talião: olho por olho, dente por dente. Mas aí nós nos igualamos aos canalhas.



ATENÇÃO

ÍNTEGRA DA NOTA DIVULGADA PELO INSTITUTO VALÉRIO LUIZ

MANOBRAS DA DEFESA DE MAURÍCIO SAMPAIO NO CASO VALÉRIO LUIZ


No início de março deste ano, Lorena Nascimento, viúva de Valério Luiz, disse ao jornal Diário da Manhã que havia ouvido, "por especulações", que os advogados de Maurício Sampaio poderiam oferecer dinheiro a Marcus Vinícius Pereira Xavier para que o açougueiro mudasse os depoimentos dados à Polícia Civil nos interrogatórios dos dias 1º 
(primeiro) e 06 (seis) de fevereiro.

No dia 06 de março, então, a defesa de Sampaio ofereceu queixa-crime contra Lorena, no 4º Distrito Policial de Goiânia, alegando terem sido caluniados e o titular do Distrito, delegado Manoel Borges de Oliveira, abriu inquérito.

Ocorre que os advogados esperaram as curtas férias de 10 (dez) dias do titular da Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH), delegado Murilo Polati, e justamente nesse interregno providenciaram a colheita de novo depoimento de Marcus Vinícius, sob o pretexto de se apurar a suposta calúnia.

Nos dois depoimentos anteriores (dias 1º e 06 de fevereiro), o açougueiro já havia deixado claro que, ao participar do homicídio, jamais manteve contato direto com Sampaio, mas com o sargento Da Silva e com Urbano, os quais arquitetaram tudo e disseram estar a mando do "patrão".

No último depoimento, no entanto, o tomado sem consentimento do titular da DIH, foi perguntado a Marquinhos apenas e especificamente se esse conhecia Maurício Sampaio. O açougueiro, naturalmente, reafirmou não conhecer o tabelião e disse serem verdadeiras todas as declarações fornecidas no dia 06 de fevereiro.

O próximo passo foi esperar as férias do desembargador Itaney Francisco Campos, que manteve a prisão de Maurício há um mês atrás, e impetrar novo Habeas Corpus (HC) sob a alegação de que o depoimento descrito no parágrafo anterior constituiria "fato novo", ainda não apreciado.

Diante desse quadro, o Instituto Valério Luiz tem a responsabilidade de vir a público informar que o HC nº 14780662, impetrado dia 30 (trinta) de abril, não possui nenhum fato novo e trata-se de mera reiteração de tema já discutido, votado e denegado pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás.